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Museu do Mar-Rei D. Carlos |
08/10/2008 |
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«As salas da exposição permanente integram um importante núcleo dedicado à comunidade piscatória cascalense, onde se expõem objectos de etnografia marítima, reconstituições de ambientes, e materiais multimédia interactivos para dar a conhecer a realidade e as vivências desta comunidade.
Um dos núcleos expositivos mais recentes (Nov. 2006) é dedicado ao tema dos múltiplos naufrágios, ocorridos no mar de Cascais ao longo de vários séculos, e possíveis de reconstituir parcialmente através dos resultados obtidos Arqueologia Subaquática.
A sala de biologia marinha ilustra o universo das espécies existentes na costa portuguesa, em especial no mar de Cascais, bem como os diferentes ecossistemas marinhos.
No núcleo dedicado à marinharia, expõem-se réplicas de diferentes tipos de embarcações, bem como documentos materiais sobre a arte da navegação.
O núcleo expositivo dedicado ao Rei D. Carlos e à Oceanografia, compõe-se de ampliações fotográficas que reproduzem imagens da época e da vida de D. Carlos em Cascais, assim como um documentário sobre os estudos pioneiros que o rei desenvolveu na área da oceanografia portuguesa.» |
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Museu da Ciência |
08/10/2008 |
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«O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra é um museu interactivo de ciência que procura dar a conhecer a ciência a públicos de todas as idades, a partir das colecções de instrumentos científicos da Universidade de Coimbra e de um conjunto de experiências e actividades que envolvem o visitante.
Mantém uma actividade muito diversificada, entre exposições temporárias, visitas guiadas, conversas com cientistas e ateliers, que têm tido um excelente e crescente acolhimento na sociedade portuguesa.» |
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Museu Marítimo de Ílhavo |
08/10/2008 |
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O Museu Marítimo de Ílhavo nasceu a 8 Agosto de 1937. Lugar da memória dos ilhavenses que o criaram, o Museu começou por assumir uma vocação etnográfica e regional. Foi e é testemunho da forte ligação dos ílhavos ao mar e à Ria de Aveiro. A "faina maior" (a pesca do bacalhau à linha com dóris de um só homem) nos mares da Terra Nova e da Gronelândia e as fainas agro-marítimas da Ria são as referências identitárias do Museu. A cada um dos temas corresponde uma exposição permanente que oferece ao visitante a possibilidade de reencontrar inúmeros vestígios de um passado ainda recente. Na Sala dos Mares, a terceira exposição permanente do Museu, mostra-se uma rica colecção de instrumentos náuticos e miniaturas de embarcações de outros tempos.
Além da riqueza das suas colecções e exposições, o edifício onde hoje habita o Museu Marítimo de Ílhavo, inaugurado a 21 de Outubro de 2001, é só por si uma obra de arte pública. É um belo exemplar de arquitectura moderna, num preto e branco bem conjugado com a volumetria dos espaços. Visitar o Museu Marítimo de Ílhavo é embarcar numa aventura dos sentidos; conhecimento e lazer.» |
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Museu da Marinha |
08/10/2008 |
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«Hoje, compete ao Museu: assegurar e gerir os processos de conservação e exposição de objectos de valor histórico, artístico e documental do património da Marinha (ou confiados à sua guarda); promover e desenvolver acções de investigação documental histórico-científica no domínio do museu e, ainda, desenvolver e divulgar um plano de actividades didáctico-culturais. Instituição aberta e amplamente ligada ao exterior, o Museu tem uma cooperação activa com museus congéneres e outras instituições, realizando exposições de carácter temporário, e outras actividades, em torno de temáticas relevantes.» |
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FBA - Fundação Batalha de Aljubarrota |
08/10/2008 |
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«A Fundação Batalha de Aljubarrota (FBA) foi constituída com a preocupação de valorizar e dignificar uma parte do Património Cultural Português associada aos principais campos de batalha existentes em Portugal.» |
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Museu da Música Portuguesa- Casa Verdades de Faria |
08/10/2008 |
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«O Museu da Música Portuguesa desenvolve um conjunto de acções no âmbito da investigação, conservação, documentação, comunicação e educação, apresentando um vasto programa cultural com exposições temporárias, ciclos de concertos, conferências, programas de acção educativa e promove, ainda, anualmente, o Prémio Lopes-Graça de Composição.» |
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Museu Coleção Berardo |
25/09/2008 |
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São objectivos do Museu: Constituir um Museu contemporâneo internacional, contribuindo para a afirmação de Lisboa enquanto destino de turismo cultural;
Dar a conhecer a evolução das artes plásticas a partir do séc. XX através de uma exposição didáctica, dinâmica e flexível;
Possibilitar o desenvolvimento de um vasto e plural programa de animação cultural e também pedagógico, realizado pelo Serviço Educativo em articulação próxima com os criadores, críticos e docentes dos vários níveis de ensino;
Estreitar o diálogo com outras colecções e espólios, alargando o âmbito da colecção;
Possibilitar o intercâmbio de obras e exposições de artes plásticas com outras instituições internacionais, dando a conhecer as diferentes tendências da arte moderna e contemporânea e promover a circulação internacional de obras da Colecção;
Servir de plataforma para a apresentação temporária de núcleos autorais de artistas nacionais.» |
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Rede Portuguesa de Museus |
25/09/2008 |
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A Rede Portuguesa de Museus é um sistema organizado, baseado na adesão voluntária, configurado de forma progressiva e que visa a descentralização, a mediação, a qualificação e a cooperação entre museus.
A RPM perspectiva-se em duas vertentes complementares: rede física e rede de informação.
A RPM incorpora um papel de disseminação de informação e de estímulo à comunicação, ao mesmo tempo que favorece a programação, a interconexão e a qualificação de equipamentos. |
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Fundação Museu Oriente |
25/09/2008 |
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«O Museu do Oriente define-se como uma unidade museológica permanente, aberta ao público, tutelada pela Fundação Oriente, tendo por missão a valorização dos testemunhos quer da presença portuguesa na Ásia quer das distintas culturas asiáticas.
Trata-se de um museu de âmbito territorial internacional e de carácter transdisciplinar, que procura, através do cruzamento de pontos de vista emergentes dos campos temáticos da História, da Arte e da Antropologia, proporcionar aos Portugueses e aos que nos visitam uma memória viva e actuante das culturas asiáticas e da relação secular que foi estabelecida entre o Oriente e o Ocidente, principalmente através de Portugal.
A esses campos temáticos corresponde um diversificado património cultural de interesse histórico, artístico, documental, etnográfico e antropológico relacionado tanto com a cultura popular e as religiões orientais como com os mais variados aspectos da presença portuguesa na Ásia ao longo de cinco séculos» |
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Museu de Angra do Heroísmo |
22/01/2008 |
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«A situação e a história geográfica, biofísica e humana das ilhas dos Açores é peculiar e rica. Guardam testemunhos do Terciário, estão na fronteira de vários sistemas naturais, serviram, desde o início da sua história em contexto humano, como recurso estratégico, quer do poder português, quer das potências que dominaram, a cada tempo, o mar Atlântico e tiveram interesses nas suas margens.
As limitações e dificuldades próprias de uma região insular fizeram-na isolada umas vezes, forçadamente contextualizada em movimentos globais, outras; moldando a identidade, gerando particularidades locais, criando horizontes largos e dependências longínquas.
A tudo isto pode e deve acrescentar-se o papel especial que tiveram e têm Angra do Heroísmo (Património Mundial desde 1983) e a Terceira, sobretudo no plano estratégico, económico e político, onde o Museu tem a sua sede.» |
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Museu Virtual da Saúde |
10/08/2007 |
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INSA. Instituto Nacional da Saúde Dr. Ricardo Jorge «O Museu da Saúde, enquanto património virtual de natureza artística, fotográfica, instrumental e bibliográfica, pretende, através da mensagem histórico-cultural, científica e tecnológica, sensibilizar quer os profissionais de saúde, quer a sociedade em geral, para o importante papel da arte médica e sanitária portuguesas, ao serviço do bem-estar individual e colectivo» |
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Museu Geológico de Lisboa |
07/08/2007 |
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Museo geológico con más de un siglo de historia ubicado en Lisboa que exhibe una admirable colección de piezas de Paleontología, Arqueología, minerales y rocas. |
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Museu Virtual do LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil) |
07/05/2007 |
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«O Museu Virtual do LNEC é constituído por imagens de equipamentos que deram o suporte experimental à vida do LNEC, na sua interacção entre a ciência e a tecnologia. São apresentadas fotografias dos equipamentos, com indicação das suas características técnicas, os locais e as formas da sua aplicação mais usual, mas também, sempre que possível, um exemplar de registo dos resultados com eles obtidos. Constitui, deste modo, uma importante fonte documental para a elaboração da história da ciência e da técnica do LNEC no século XX. Porém, observa-se que alguns dos equipamentos inventariados vieram já do século XIX, existentes no antigo Laboratório de Ensaio e Estudo de Materiais do MOP, e outros datam de meados do século XX, do Centro de Estudos de Engenharia Civil do IST, os quais foram incorporados no LNEC quando da sua criação em 1946.
O Museu Virtual ganha em espaço e em tempo de visita por estar disponível 24 horas por dia, mas perderá por falta do contacto físico com o objecto. Pareceu ter interesse também incluir, noutro nível de pesquisa, filmes antigos demonstrativos de diversas actividades do LNEC, designadamente as primeiras décadas da sua existência. A evolução verificada nos diversos equipamentos do LNEC, e sobretudo nas tecnologias descobertas e aplicadas às técnicas de medição das grandezas em observação, testemunha a capacidade de adaptação do LNEC às mudanças.
Nesta fase inicial do Museu Virtual do LNEC realçam-se apenas três áreas respeitantes à sua intervenção num tipo de obra: As Barragens; num ramo da ciência: A Engenharia Sísmica; e numa tecnologia: A Informática. A implantação do LNEC e o crescimento do seu campus fazem parte do conteúdo do Museu, bem como a estrutura organizativa e tudo o que é abrangido pelas Unidades Departamentais.» |
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MatrizNet: Colecções dos Museus IPM |
02/02/2007 |
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Instituto Português de Museus«O MatrizNet vem concretizar uma prioridade definida pelo IPM na estruturação da política museológica para os museus tutelados, no âmbito do estudo e divulgação das suas colecções. Esta acção está integrada no Plano de Acção eEurope, no que respeita ao incentivo à produção de conteúdos digitais europeus para as redes mundiais e à Iniciativa Internet, no que se relaciona com a digitalização e disponibilização livre e sistemática de conteúdos públicos, designadamente de museus. A disponibilização gradual e progressiva de informação sobre as colecções constitui-se deste modo, como uma etapa natural do processo de investigação, revisão crítica e digitalização dos inventários no programa Matriz - Inventário e Gestão de Colecções Museológicas, dando a conhecer o trabalho realizado e procurando também desta forma, uma ampla divulgação dos acervos dos museus e do nosso património cultural. Acreditamos que o acesso a informação de inventário criará também um novo elo entre o público e o museu, através de um acesso melhorado e da possibilidade de conhecer mais aprofundadamente as colecções, de realizar pesquisas transversais nas colecções dos museus do IPM, em obras de uma determinada época histórica, período artístico ou autor, num convite ao contacto directo com o património cultural que os nossos museus preservam, investigam e divulgam.» |
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Museu das Comunicações |
17/01/2007 |
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«O Museu das Comunicações é um espaço cultural activo, profundamente empenhado na partilha dos saberes das comunicações e das novas tecnologias de informação e comunicação. As suas exposições permanentes traçam a história das comunicações e dos correios até à actualidade e, através do Serviço Educativo, que integra um centro de pedagogia e animação das exposições, pretende ser um contributo para a formação e desenvolvimento de uma sociedade do conhecimento em Portugal. Neste espaço pedagógico sócio-cultural de carácter científico e tecnológico, proporciona-se de forma lúdica e interactiva, o acesso à informação e à formação sobre o passado das técnicas, meios e suportes das comunicações, e sobre as infotecnologias de vanguarda do presente e do futuro. É um "museu-oficina" que pretende contribuir para a transformação da sociedade da informação numa sociedade do conhecimento e da competência, combatendo a «iliteracia» funcional e operativa e a infoexclusão, numa perspectiva inclusiva na sociedade portuguesa» |
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Museu da Água |
17/01/2007 |
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«O acervo do Museu é constituído por um conjunto de peças provenientes do serviço do abastecimento de água ? ferramentas, canalizações, contadores, aparelhos, instrumentos vários ? que documentam a actividade da Empresa, e a que se juntaram fotografias e documentos. Na colecção destacam-se as máquinas a vapor e as bombas que estão na Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, o seu Núcleo-Sede. Integram também a colecção objectos de pintura, escultura, fotografia e tapeçaria.» |
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Museu Arqueológico do Carmo |
17/01/2007 |
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«As colecções do Museu caracterizam-se pelo seu ecletismo. Predominam as colecções de escultura em pedra, numa cronologia que se estende da época romana ao século XIX, (escultura funerária, devocional, pedras de armas, decorativa, epigráfica, etc.). Têm ainda especial relevo as colecções de artefactos da Pré- e Proto-História; cerâmicas e estatuetas Pré-Colombianas, bem como duas múmias peruanas; azulejaria hispano-árabe e barroca. Em reserva, e ainda sem possibilidade de integrarem a colecção permanente, uma importante colecção de faianças e porcelanas portuguesas e francesas, bem como estudos em gesso de escultura e epigrafia.» |
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Museu Serralves |
17/01/2007 |
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«O Museu tem como objectivos essenciais a constituição de uma colecção representativa da arte contemporânea portuguesa e internacional, a apresentação de uma programação de exposições temporárias, colectivas e individuais, que representem um diálogo entre os contextos artísticos nacional e internacional, assim como a organização de programas pedagógicos que ampliem os públicos interessados na arte contemporânea e suscitem uma relação com a comunidade local. É também objectivo da instituição desenvolver projectos com jovens artistas que permitam a afirmação das suas obras e o desenvolvimento das suas pesquisas. A Colecção do Museu é constituída por aquisições directas, obras em depósito do Estado e de coleccionadores privados, bem como doações.» |
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Tesouro-Museu da Sé de Braga |
17/01/2007 |
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«O Tesouro-Museu da Sé de Braga encerra um espólio de inestimável valor, recolhido ao longo de mil anos de vida cristã dinamizada a partir da Catedral.
A fundação do Tesouro-Museu da Sé de Braga data de 1930 e resulta da vontade do Arcebispo D. Manuel Vieira de Matos que tudo fez junto do Governo de então para a criação de um Museu de Arte Sacra. Criado deste modo o hoje designado Tesouro-Museu da Sé de Braga, está desde a sua fundação instalado na antiga Casa do Cabido. Esta casa anexa à Catedral foi mandada construir, no século XVIII, pelo Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles.
Situado no centro histórico da cidade de Braga, o Tesouro-Museu oferece mais de 650 m2 de salas de exposição consagradas à conservação de objectos representativos de XV séculos de património sacro.
O percurso do Tesouro-Museu é composto pela visita à exposição permanente, Coro Alto (séc. XVIII) e às capelas dos Reis (séc. XIV), de São Geraldo (séc. XVIII) e Capela da Glória (séc. XIV).» |
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Fundação Cupertino Miranda |
17/01/2007 |
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«O Museu conta no seu acervo, datado maioritariamente do século XX, com uma importante colecçao de objectos de arte, composta essencialmente por artistas surrealistas, mais especificamente do Surrealismo portugues, e é proveniente de doaçoes e aquisiçoes, de que se destacam as colecçoes de Cruzeiro Seixas, Mário Cesariny e Eurico Gonçalves.» |
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Museu de Ciência da Universidade de Lisboa |
18/12/2006 |
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Universidade de Lisboa. Faculdade de Ciências «O Museu de Ciência da Universidade de Lisboa tem por principal objectivo promover a cultura através da sensibilização dos seus visitantes para as ciências ditas "exactas" e seus prolongamentos tecnológicos. O Museu possui uma exposição permanente de natureza histórica e interactiva, um planetário, um observatório astronómico, biblioteca, sala multimédia e ainda espaços oitocentistas magníficos tais como o Laboratorio e Amphitheatro de Chimica e o Observatorio Astronomico da antiga Escola Politécnica.» |
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