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Recursos digitales |

| Museu Municipal de Arqueologia de Albufeira | ||
| «Apresenta um discurso museográfico relacionado com o desenrolar do processo histórico, no concelho de Albufeira e nos concelhos limítrofes, desde a Pré-História, terminando nos séculos XVI e XVII, através de cinco grandes núcleos temáticos: Pré-História, Período Romano, Período Visigótico e Islâmico, e Idade Moderna.»
Portugal |
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| Museu Municipal de Baião | ||
| Câmara Municipal de Baião «O Museu espõe ao público os resultados de vinte anos de trabalhos realizados no Campo Arqueológico da Serra da Aboboreira, adoptando uma unha museológica didáctica de acordo com os públicos diferenciais do museu, destacando-se uma maquete com 120 figurinhas humanas. Abordam-se assim vários temas da pré-história da região, com maior destaque para os Megalitismo e Idade do Bronze, e os temas da Romanização e Reconquista Cristã.» Portugal |
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| Museu Municipal de Coruche | ||
| «O espólio do museu é essencialmente arqueológico. Existem peças e/ou fragmentos do Paleolítico (Inferior, Médio e Superior), Neolítico, Calcolítico, Idade do Bronze, Idade do Ferro, Romano, Medieval e Pós-Medieval. São materiais provenientes de uma grande quantidade de estações arqueológicas, distribuídas essencialmente ao longo do Vale do Sorraia, compreendendo as freguesias de Coruche, Erra, Couço, Fajarda e Biscainho.»
Portugal |
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| Museu Municipal de Esposende | ||
| Câmara Municipal de Esposende. «O espaço expositivo do 1º e 2º andar alberga exposições de grande duração, caracterizando o concelho através da história e da etnografia locais, permitindo a sua identificação no mosaico nacional de culturas regionais. O rés-do-chão é dedicado às exposições temporárias, e tem uma individualidade própria, cuja visita se deverá fazer acompanhada de um roteiro/catálogo editado a cada conteúdo expositivo.» Portugal |
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| Museu Municipal de Esposende | ||
| «O acervo do Museu é composto por colecções de arqueologia, de etnografia e de arte.
A colecção arqueológica corresponde à selecção de testemunhos exumados nas diversas escavações ocorridas no concelho, datados do Paleolítico Superior, Megalítico, Idade do Bronze, Idade do Ferro, Período Romano, século XVI e século XIX. A colecção de etnografia inclui alfaias agrícolas associadas aos ciclos do milho e do vinho, instrumentos ligados ao gado e ao ciclo do linho, trajes femininos do século XIX e da primeira década do século XX, trajes masculinos de pescador de meados do século XX, trajes masculinos e femininos do sargaceiro de meados do século XX, alfaias do sargaço, alfaias e aprestos de pesca, instrumentos de construção naval.» Portugal |
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| Museu Municipal de Esposende | ||
| Câmara Municipal de Esposende «O museu, inaugurado a 19 de Agosto de 1993, protagonizou uma importante fatia do nosso património arqueológico, histórico e etnográfico, organizando-se em torno de duas áreas de intervenção: a etnografia e a história. As razões que motivaram a criação do museu Municipal ganham maior sentido através da sua animação como um organismo vivo, dinâmico em constante busca e exploração, sem contudo perder a sua identidade museográfica e os objectivos que o realizaram: caracterizar e identificar o concelho no mosaico nacional de comunidades humanas reunindo e preservando para as gerações futuras o imenso conjunto de valores a salvaguardar e apresentando-os didacticamente ao público.» Portugal |
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| Museu Municipal de Moura | ||
| «O espólio do Museu Municipal é eminentemente arqueológico, resultante de prospecções arqueológicas levadas a cabo em zonas como o Castelo de Moura, com o apoio da Câmara Municipal de Moura. Doações e vários achados ocasionais, têm enriquecido o espólio do museu, cuja colecção provém de todo o Concelho de Moura.»
Portugal |
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| Museu Municipal de Penafiel | ||
| «As colecções, começadas a reunir no final de oitocentos, contemplam, sobretudo, a arqueologia, a etnografia e a história local. O espólio arqueológico provem das intervenções efectuadas no concelho. A Etnografia tem sido objecto de recolhas regulares, com vista a completar e contextualizar existências e acudir a situações críticas de perda de bens no tocante a temas agrícolas, aos ofícios, à actividade piscatória e de transporte fluvial, às festas, etc. A história local avança na investigação e recolha de materiais e documentação, de produção ou utilização na área do município.»
Portugal |
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| Museu Municipal de Portimão | ||
| «Em 1983 é criada, pela autarquia de Portimão, a Comissão Instaladora do Museu, a partir da qual se deu origem ao Projecto Museológico Municipal, inicialmente orientado para o levantamento do património arqueológico, industrial, etnográfico, arquivístico, iconográfico, entre outros.»
Portugal |
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| Museu Municipal de Santarém | ||
| «Do ponto de vista disciplinar o Museu Municipal de Santarém dispõe das seguintes áreas: Agricultura, Arqueologia, Armaria, Antropologia, Arte Sacra, Azulejos, Elementos Arquitectónicos, Escultura, Etnografia, Faiança, Geologia, Gravura e Desenho, Heráldica, Iluminação, Indústria, Mobiliário, Medalhística, Numismática, Pesos e Medidas ou Metrologia, Pintura, Relojoaria Sigilografia, Transportes, Têxteis, Tumulária, Vitivinicultura e Zoologia.»
Portugal |
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| Museu Municipal de Santiago do Cacém | ||
| «O Museu apresenta um espólio arqueológico com peças representativas do paleolítico ao período medieval. A colecção de numismática apresenta um percurso de cunhagem de moeda balizado entre o século III a.C. e o advento da República, ilustrando e documentando a história local e nacional, existindo ainda um conjunto de cédulas e notas. Do espólio do museu faz parte ainda uma vasta mostra etnográfica que tem sido enriquecida através de ofertas dos habitantes da região. Possui peças ligadas às artes decorativas, pintura, mobiliário, cerâmica, escultura, têxteis, documentação e fotografia.» Portugal |
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| Museu Municipal de Tavira | ||
| «O acervo museológico do Museu Municipal de Tavira, em constituição, integra colecções e espólios fundamentais para a compreensão da História e do Património Cultural do concelho de Tavira, nomeadamente no âmbito da arqueologia e arte sacra.»
Portugal |
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| Museu Municipal de Vale de Cambra | ||
| «O Museu Municipal de Vale de Cambra está situado em Macieira do Cambra, vila que foi sede do concelho de 1926, instalado no edifício dos Antigos Paços do concelho. Foi inaugurado em 18 de maio de 1997, mantém uma actividade constante ao longo do ano, nomeadamente através da realização de diversas exposições temporárias.»
Portugal |
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| Museu Municipal de Vale de Cambra | ||
| «O museu possui no seu acervo as seguintes colecções: Arqueologia –inclui peças do Período Calcolítico/Calcolítico provenientes da Mamoa de Valinhos em S. Pedro de Castelões e uma outra colecção, de peças metálicas e materiais litícos oriunda da freguesia de Vila Cova de Perrinho; Etnografia – inclui alfaias e utensílios agrícolas, directamente ligados ao amanho da terra, e objectos ligados ao fabrico do pão e do linho...»
Portugal |
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| Museu Municipal de Viana do Castelo | ||
| Câmara Municipal de Viana do Castelo. «O Museu Municipal está instalado num edifício composto por duas peças arquitectónicas diferentes mas interligadas num só conjunto. Na parte antiga, com entrada principal pelo Largo de S. Domingos, cuja construção foi iniciada em 1724, segundo uma planta fornecida pelo mestre bracarense Manuel Fernandes da Silva, encontra-se a exposição permanente, em que predominam as faianças e o mobiliário. Na fachada observa-se ainda o brasão da família Teixeira Barbosa Maciel, a que pertenceu o palacete. Na ala nova, inaugurada em 1993, segundo projecto do arquitecto Luís Teles, e com entrada pela Rua General Luís do Rego ou pelo edifício antigo, encontram-se as áreas de exposições temporárias, o auditório, gabinetes de trabalho e depósitos.» Portugal |
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| Museu Municipal de Vila Franca de Xira | ||
| «O acervo do museu é constituído por colecções de arqueologia, artes plásticas (pintura, guache, escultura, desenho, aguarela e gravura), azulejaria, cartazes, documentos, etnografia, património industrial, epigrafia, fotografia, numismática e têxteis.»
Portugal |
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| Museu Nacional de Arqueologia | ||
| Instituto Português de Museus «Fundado em 1893, o Museu Nacional de Arqueologia reúne as mais vastas colecções de arqueologia do país, dos períodos pré e proto-histórico, romano, árabe e medieval, agrupados em núcleos de tipologias muito diversificadas: cerâmica e materiais de pedra lascada ou polida, vidros, peças metálicas, joalharia, numismática, medalhística, escultura, epigrafia latina e pré-latina, mosaicos, elementos arquitectónicos, etc. Com carácter permanente podem ser vistas duas exposições temáticas: a sala dos Tesouros da Arqueologia Portuguesa e o núcleo de Antiguidades Egípcias.» Portugal |
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| Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de Sousa | ||
| Instituto Português de Museus. «As colecções do Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de Sousa são fundamentalmente constituídas pelo espólio resultante da investigação arqueológica que tem vindo a ser realizada na região Norte, em especial no concelho de Braga. O seu acervo abrange um vasto período cronológico e cultural, compreendido entre o Paleolítico e a Idade Média. O Museu não dispõe actualmente de espaços expositivos abertos ao público mas coloca à disposição de todos os interessados um serviço de apoio didáctico vocacionado para a divulgação do património arqueológico na região.» Portugal |
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| Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de Sousa | ||
| Braga. «Colecções de Arqueologia, da região Norte de Portugal, com particular incidência em torno de Braga, cuja cronologia se estende do Paleolítico à época Medieval.» Portugal |
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| Museu Regional de Paredes de Coura | ||
| Portugal
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| Museu da Casa Grande | ||
| «O acervo inclui colecções arqueológicas com materiais da Pré-história recolhidos em escavações na área de Freixo de Numão; cerâmicas e outros materiais dos períodos Tardo Medieval e Moderno, grande parte exumados nas escavações do Quintal da Casa Grande; materiais romanos diversos como numismática, metais, peças ligadas ao corte de pedra e pedreiro no período do romano, e ainda documentação fotográfica e painéis explicativos da epigrafia romana no concelho de Vila Nova de Foz Côa.
As colecções etnográficas incluem materiais associados a uma cozinha tradicional e a uma barbearia antiga, armas, peças associadas à moagem e à fiação e tecelagem através dos tempos, peças ligadas ao azeite, ao vinho e à vinha, aos cereais e panificação e à pastorícia, e ainda pesos e medidas. Acresce um conjunto de documentos dos séculos XVII, XVIII e XIX da antiga Câmara de Freixo de Numão da 1ª Republica e fotos aéreas de alguns sítios arqueológicos.»
Portugal |
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| Museu da Guarda | ||
| Instituto Português de Museus. «... está instalado no edifício seiscentista do antigo Seminário Episcopal. Em 1940, o museu surge associado às Comemorações Centenárias da Formação de Portugal e ao empenhamento de um grupo de Mecenas constituído por Alfredo Filipe, Ernesto Pereira, Alberto Dinis da Fonseca, Major Luciano Cardoso, Eduarda Lapa e Teodósio Ferreira. O acervo do Museu da Guarda integra colecções de arqueologia, numismática romana, escultura sacra dos séculos XIII-XVIII, pintura sacra dos séculos XVI-XVIII, armaria dos séculos XVII-XIX, cerâmica, etnografia regional, pintura e desenhos de finais do século XIX e primeira metade do século XX.» Portugal |
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| Museu da Sociedade Martins Sarmento | ||
| Câmara Municipal de Guimarâes «O edifício-sede da Sociedade Martins Sarmento (SMS) é composto por três corpos: o primeiro com a sua austera fachada, foi inaugurado em 1908; o intermédio em 1967 e o terceiro é constituído pelo belo claustro do Convento de S. Domingos, do século XVI. O Museu está instalado no majestoso edifício da Sociedade Martins Sarmento. Instituição fundada em 1881 para render homenagem a Francisco Martins Sarmento, promotor das escavações na Citánia de Briteiros. Martins Sarmento foi um célebre arqueólogo que se ocupou do estudo científico das ruínas da Citánia e contribuiu para a conservação e divulgação dessa riqueza. O Museu de Arqueologia reúne peças da maior parte dos sítios arqueológicos a Norte do Tejo, e é o mais importante museu português de cultura castreja e um dos mais importantes da Europa. É notável a secção de epigrafia latina e de escultura antiga.» Portugal |
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| Museu da Villa Romana do Rabaçal | ||
| «O espólio decorre dos trabalho arqueológicos em curso desde 1984 e provém da estação arqueológica Villa Romana e da quinta agrícola constituída pela villa rustica, frumentaria e villa urbana, datadas do século IV d.C.»
Portugal |
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| Museu de Arqueologia e Etnologia | ||
| Universidade de São Paulo «O MAE estrutura-se em duas grandes áreas: a Divisão Científica, vocacionada para o trabalho científico de Arqueologia e Etnologia, e a Divisão de Difusão Cultural., voltada para pesquisas aplicadas no campo da Museologia e da Educação, além dos projetos de extroversão do conhecimento produzido na Instituição junto ao Serviço Técnico de Musealização. Integra-se à Divisão Científica o Serviço Técnico de Curadoria, composto pelas equipes técnicas de Laboratório de Arqueologia e Etnologia, de Laboratório de Conservação e Restauro e de Documentação Museológica, que desenvolvem atividades técnico-científicas básicas e indispensáveis para a manutenção e gerenciamento do acervo.» Brasil |
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| Museu de Arqueologia e Numismática | ||
| «A colecção de numismática é composta por cerca de 40.000 moedas, das quais quase 5.000 se exibem na Exposição Permanente de Numismática, estando balizadas entre o século V a. C e o século VIII d. C. A grande maioria está datada da época do Império Romano, embora haja numismas gregos, cartagineses, hispano-romanos, luso-romanos, da república romana, bizantinos, visigóticos e árabes. Quase todas as moedas foram encontradas na Província de Trás-os-Montes. A Exposição Permanente de Arqueologia está em fase de instalação.»
Portugal |
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| Museu de Arte Popular | ||
| Instituto Português de Museus. «A inauguração do Museu de Arte Popular data de 1948. O seu acervo é essencialmente deste século, baseando-se na recolha de peças para a Exposição de Arte Popular Portuguesa que em 1935 foi apresentada em Genebra. O edifício original do museu foi concebido pelo arquitecto Veloso Reis para a Exposição do Mundo Português, realizada em 1940, e foi inteiramente remodelado pelo arquitecto Jorge Segurado para adaptação ao projecto museológico. O espaço organiza-se de acordo com uma divisão do país em províncias administrativas, e a própria apresentação das colecções está nitidamente marcada pelas concepções e pela estética do Estado Novo.» Portugal |
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| Museu de Cerâmica | ||
| Instituto Português de Museus. «Criado oficialmente em 1983, o Museu de Cerâmica encontra-se instalado na Quinta Visconde de Sacavém, conjunto arquitectónico construído na década de 1890 pelo 2º Visconde de Sacavém, formado por um Palacete romântico revivalista, rodeado de jardins de traçado romântico, com lagos, floreiras e alamedas. O conjunto apresenta profusa decoração com elementos arquitectónicos cerâmicos, nomeadamente azulejos do século XVI ao XX. As colecções são constituídas por uma síntese representativa de vários centros cerâmicos do país e do estrangeiro, bem como por uma mostra da produção cerâmica de Caldas da Rainha, do século XVI aos nossos dias, desde as formas da considerada cerâmica arcaica, até à produção artística de autor do século XIX, destacando-se um importante núcleo da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro. Salientam-se núcleos de olaria, miniatura, cerâmica contemporânea de autor e azulejaria.» Portugal |
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| Museu de Francisco Tavares Proença Júnior | ||
| Instituto Português de Museus. «Fundado em 1910, ocupa o antigo Paço Episcopal de Castelo Branco, edifício que passou por sucessivas adaptações funcionais até à instalação do museu, em 1971. O núcleo original do museu tem por base a colecção arqueológica de Francisco Tavares Proença Júnior, posteriormente enriquecido com peças de arte antiga provenientes do recheio do Paço Episcopal e com incorporações sucessivas de espólios arqueológicos, paramentaria e colchas bordadas, estas últimas provenientes da colecção Vilhena. Actualmente, o museu propõe, no seu circuito permanente, três núcleos principais: Memórias do Bispado, onde sobressai a pintura e tapeçarias do século XVI; Tecnologias têxteis tradicionais, que regista o processo de produção e transformação artesanal do linho; Tecidos bordados, onde se mostram as colchas antigas de Castelo Branco, integradas no mundo mais vasto dos bordados - paramentaria, traje e colchas - de produção portuguesa ou origem oriental. O percurso pode ainda ser complementado com a visita à Oficina Escola de Bordados Regionais.» Portugal |
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| Museu de Francisco Tavares Proença Júnior | ||
| Castelo Branco. «O núcleo original do Museu tem por base a colecção arqueológica de Francisco Tavares Proença Júnior, posteriormente enriquecido com peças de arte antiga provenientes do recheio do Paço Episcopal e com incorporações sucessivas de espólios arqueológicos, paramentaria e colchas bordadas, estas últimas provenientes da colecção de Vilhena. Durante os anos oitenta do século XX, incorporou diversas obras de arte contemporânea.» Portugal |
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| Museu de Grão Vasco | ||
| Instituto Português de Museus. «Fundado em 1916, o Museu de Grão Vasco tem existência no antigo Seminário, o edifício contíguo à Sé, designado por Paço dos Três Escalões, cuja construção teve início no final do séc. XVI. Dada a necessidade de obras profundas de reforma, encerrou ao público a 1 de Janeiro de 2001, por um período de dois anos. Todavia, parte significativa da sua colecção principal, a pintura quinhentista de Vasco Fernandes (Grão Vasco), de parceiros e colaboradores, nomeadamente de Gaspar Vaz, expõe-se na ala norte da Igreja da Misericórdia. Fruto de muitas acumulações, o acervo é constituído por obras de arte de diversa tipologia e cronologia. Aos objectos e suportes figurativos originalmente destinados a práticas litúrgicas (pintura, escultura, ourivesaria e marfins, do Românico ao Barroco), maioritariamente provenientes da Sé e de igrejas da região, acrescem peças de arqueologia, uma colecção importante de pintura portuguesa do séc. XIX, exemplares de faiança portuguesa, porcelana oriental e mobiliário. Transferidas para espaços alternativos, estas colecções estão a ser objecto de estudo e de tratamento.» Portugal |
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| Museu de Lamego | ||
| Instituto Português de Museus. «... ocupa o edifício do antigo Paço Episcopal, do qual herdou uma parte considerável do recheio, que integra o seu acervo original. Trata-se de um museu predominantemente de arte antiga e sacra, que expõe em regime de permanência colecções de viaturas de aparato, arqueologia romana, medieval e barroca, cerâmica e azulejaria, paramentaria, talha dourada, mobiliário, ourivesaria, escultura, pintura e tapeçaria. Merecem especial referência as cinco tábuas quinhentistas de Vasco Fernandes (Grão Vasco), que faziam parte do retábulo da Sé de Lamego e o conjunto de tapeçarias flamengas, de fabrico de Bruxelas, do século XVI.» Portugal |
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| Museu de Mértola | ||
| «O Museu de Mértola tem como âmbito geográfico Mértola e o Concelho sendo a sua disciplina principal a arqueologia. Alguns dos seus núcleos foram implantados em sítios arqueológicos representativos de diversos períodos da História, como é o caso da Casa Romana, da Basílica Paleocristã ou da Ermida e Necrópole de S. Sebastião ou, reúnem importantes conjuntos de materiais arqueológicos com o é o caso do núcleo de Arte Islâmica ou do núcleo da Torre de Menagem do Castelo. Reúne também uma importante colecção de arte sacra dos séculos XV a XVIII e materiais etnográficos representativos de artes tradicionais como é o caso da Forja do Ferreiro e da Oficina de Tecelagem onde três tecedeiras se encarregam de manter viva esta tradição.»
Portugal |
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| Museu de Évora | ||
| Instituto Português de Museus. «... está instalado no antigo Paço Arquiepiscopal, edifício quinhentista, posteriormente remodelado. O acervo do museu é constituído fundamentalmente pela colecção do arcebispo D. Frei Manuel do Cenáculo - pintura, peças arqueológicas e numismática - pelos espólios das igrejas e extintos conventos eborenses e de estações arqueológicas da região. Integra ainda a colecção epigráfica de André de Resende e algumas doações recentes, entre as quais o legado Barahona. As treze pinturas do antigo retábulo flamengo da Sé de Évora, a recente aquisição de uma pintura de Álvaro Pires, a colecção de pintura sacra quinhentista e de retratos dos séculos XVII e XVIII, um belíssimo tríptico de Limoges e escultura romana e renascentista constituem o espólio mais relevante do Museu.» Portugal |
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| Museu do Abade de Baçal | ||
| Instituto Português de Museus. «Fundado em 1915, o Museu do Abade de Baçal encontra-se instalado no edifício do antigo Paço Episcopal de Bragança, objecto de sucessivas remodelações, a última, ainda em curso, com projecto da autoria dos arquitectos António Portugal e Manuel Maria Reis. O acervo do museu integra na sua origem as colecções de arqueologia e numismática do Museu Municipal e peças do recheio do Paço Episcopal. A este fundo inicial foram-se somando dádivas de amigos e artistas, entre os quais se contam na década de 30, as de Abel Salazar e da família Sá Vargas, nos anos 50, o legado Guerra Junqueiro e no início de 60, o de Trindade Coelho, que enriqueceram o museu com colecções de pintura, desenho, escultura, ourivesaria civil e mobiliário. Em 2001 foi adquirida uma importante colecção de máscaras recolhidas no terreno, a partir de uma investigação levada acabo por Benjamim Pereira.» Portugal |
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| Museu do Teatro Romano | ||
| «O Teatro Romano é um dos mais significativos e importantes edifícios de Olisipo. Construído na época do Imperador Augusto e reconstruído em 57 d.C., ao tempo de Nero, ocupa a vertente sul da colina do Castelo. Abandonado no séc. IV d.C., permaneceu soterrado até 1798, ano em que as ruínas foram descobertas durante a reconstrução pós-Terramoto. Oculto sobre prédios,desde 1964 diversas campanhas arqueológicas recuperararm parte das bancadas, da orquestra, da boca de cena e do palco, para além de um conjunto de elementos arqueológicos e decorativos. O Museu do Teatro Romano pretende dar a conhecer e tornar mais visível este monumento e devolvê-lo à fruição do público em geral.» Portugal |
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| Museum of Antiquities | ||
| University of Saskatchewan. «The long-range aim of the Museum is to offer a reliable and critical account of the artistic accomplishments of major epochs and civilizations, especially in the field of sculptural art. Since the first logical step in this endeavor was the presentation of a dependable picture of ancient Greek and Roman art as the foundation of much later western art, the present collection includes items from the Helladic to early Medieval periods.» Canadá |
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| Museum of Archaeology & Anthropology | ||
| University of Cambridge. «Established in 1884, the Museum displays renowned archaeological and anthropological collections from around the world. The ground-floor gallery displays collections of world prehistory and local archaeology; the first-floor gallery offers an historical and geographical display of the social anthropology collection; while on the top floor, special exhibitions reflect current research interests in the Faculty.» Reino Unido |
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| Museum of Classical Archaeology | ||
| University of Cambridge. Faculty of Classics. «The 'Ark' houses one of the largest collections of plaster casts of Greek and Roman statues in the world - over 600 casts of almost all the major pieces of classical sculpture. The collection was gathered together in the late nineteenth century to provide material for studying ancient art in Cambridge (the Victorians called it their 'archaeological laboratory').» Reino Unido |
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| Museum of Natural History and Archaeology | ||
| Norwegian University of Science and Technology. «The main archaeological exhibition displays finds from the Stone Age, Bronze Age, Iron Age and Viking period. A separate exhibition deals with medieval Trondheim, and there are also exhibitions concerned with the culture of the southern Sami people, and ecclesiastical art and church furnishings up to about 1700. The natural history exhibitions display birds, fish, mammals and minerals, and northern European habitats are also presented in a separate natural environment display. A new exhibition showing changes in flora and fauna over the last 200 years was opened in 2001.» Noruega |
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| Museum of the Rockies | ||
| Montana State University. «The Museum of the Rockies is located at the geographic center of the Northern Rocky Mountain region, a vast, sparsely populated land which includes Montana, Idaho, Wyoming and portions of Alberta, Saskatchewan and the Dakotas. Despite its relative isolation, the Northern Rockies encompasses a significant evidentiary record of cultural and natural history, unique to North America. Wrenching geologic processes including the creation and subsequent draining of inland oceans, mountain building and glaciation have shaped the region's history and influenced later development. This intensely beautiful place has served as a migratory corridor and as a crossroads for the growth of life on the North American continent.» EEUU - inglés |
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| Museum of the Rockies | ||
| Montana State University. «To achieve its mission to understand, preserve and interpret the natural and cultural history of the Northern Rocky Mountain region, the museum is acquiring broad-based collections which are used for research, publication, exhibition and teaching. Each year, the collections grow as a result of annual field collecting, donations and purchases. The permanent collection includes approximately 280,000 items-- primarily in archaeology (45%), photo-archives (36%), history (10%), vertebrate paleontology (8%), ethnology, geology and fine arts (1%).» EEUU - inglés |
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| Mysteries of Catalhoyuk | ||
| Science Museum of Minnesota. «Çatalhöyük means 'forked mound' and is the modern name for the site of an ancient city in the country of Turkey. The site is being excavated each summer by an international team of archaeologists.» EEUU - inglés Turquia |
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| Mysterious Mummies of China | ||
| PBS NOVA Online. «Preserved in peat bogs, frozen in ice, embalmed on the banks of the Nile -- find out how mummies across the ages came to be preserved.» China EEUU - inglés |
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| Mégalithes du Morbihan | ||
| Ministère de la Culture et de la Communication. Grands sites archéologiques. «À travers la visite détaillée de quatre monuments majeurs (Carnac, Locmariaquer, Gavrinis et Petit-Mont d’Arzon), c’est l’art des bâtisseurs de l’époque néolithique, leur cadre de vie, leur civilisation qui sont évoqués dans cette véritable encyclopédie.» Francia |
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| National Museum of New Zealand | ||
| «The Museum of New Zealand Te Papa Tongarewa is a forum for the nation to present, explore, and preserve the heritage of its cultures and knowledge of the natural environment in order to better understand and treasure the past, enrich the present and meet the challenges of the future.»
Nueva Zelanda |
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| Notukeu Museum and Archaeology On-line | ||
| Canada's Digital Collections. Government of Canada. «The Notukeu Heritage Museum was conceived in 1980 as a private "Celebrate Saskatchewan" project, containing a stone-age archaeological collection which was started in 1940 by Henri Liboiron, a former resident of Ponteix, Saskatchewan. The purpose of the collection was to record artifacts of the people who had inhabited the region during the previous 10,000 years.» Canadá |
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| Núcleo Museológico da Vida Submarina e da História Submersa | ||
| «Nascido na década de 1960, num centro de mergulho amador de Lisboa, o Centro Português de Actividades Subaquáticas (CPAS), este Museu reúne colecções de espécies marinhas (Malacologia e Conchiologia) e de arqueologia subaquática, com peças do sec. III a.C. ao século XIX. O seu espólio integra também material fotográfico e de cinema subaquático.»
Portugal |
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| Old Fulling Mill Museum of Archaeology | ||
| University of Durham. «The Museum houses archaeological material, mostly from North East England, but also from the Swiss Lakes and from the Classical lands of Ancient Greece and Rome. Historically, the collections reflect University academic interests and excavations.» Reino Unido |
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| Oriental Museum | ||
| University of Durham. «The Oriental Museum is the only museum of its kind in the United Kingdom, entirely devoted to art and archaeology from cultures throughout the Orient. The term Oriental is used as it was in the 19th century, to describe the civilisations of Asia and the Near East and the Islamic cultures of North Africa. The collections range from prehistoric Egypt and China to the work of living artists.» Asia Reino Unido |
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